A Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese) entregou, na segunda-feira, 17 de novembro de 2025, o Título de Cidadania Sergipana aos anestesiologistas Maria Cecília Gravatá Portilho e Armando José Portilho. A homenagem foi proposta pelo deputado estadual Luciano Bispo (PSD) e aprovada pelo plenário.
A mesa da Sessão Especial contou com o próprio autor da honraria, o deputado Paulo Jr. (PV), o cirurgião e ex-deputado estadual Edney Caetano e os dois homenageados. Familiares, amigos e colegas de profissão lotaram o plenário.
Trajetória de Maria Cecília Portilho
Nascida no Rio de Janeiro em 13 de junho de 1966, Maria Cecília formou-se em Medicina em 1989 e se especializou em Anestesiologia no Hospital de Ipanema (1990-1992). Mudou-se para Aracaju em 1992, onde atuou no Hospital de Cirurgia, no Hospital da Polícia Militar e em diversas unidades privadas. Atualmente coordena o Serviço de Anestesiologia do Hospital Unimed e integra o Conselho Fiscal da cooperativa. É mãe de Lucas e Mateus, ambos sergipanos.
Histórico de Armando Portilho
Armando Portilho nasceu no Rio de Janeiro em 1950. Formou-se pela Universidade Federal Fluminense em 1977 e concluiu residência em Anestesiologia no Hospital Municipal Miguel Couto. Antes de se mudar para Sergipe, trabalhou no Hospital dos Servidores do Estado e chefiou a Divisão de Saúde de Furnas Centrais Elétricas. Em Aracaju, ingressou no Hospital de Cirurgia, no Hospital da Polícia Militar (via concurso) e em unidades de vários municípios. Integra a Sociedade Brasileira de Anestesiologia, a Sociedade de Anestesiologia de Sergipe e a Coopanest-SE.
Reconhecimento público
Ao agradecer a homenagem, Armando Portilho destacou a escolha de Sergipe pela qualidade de vida e segurança. Maria Cecília ressaltou que já viveu mais tempo em Aracaju do que no Rio e disse considerar o estado seu lar definitivo.
O deputado Luciano Bispo afirmou que o casal “já era sergipano de coração” em função dos serviços prestados à saúde local. Edney Caetano lembrou que, juntos, os dois participaram de cerca de 50 mil cirurgias em três décadas. O deputado Paulo Jr. classificou a concessão do título como “reconhecimento do povo sergipano” à dedicação dos profissionais.
Com aplausos e depoimentos emocionados, a sessão foi encerrada oficialmente, selando o vínculo de Maria Cecília e Armando Portilho com o estado que escolheram para viver e exercer a medicina.
Com informações de Assembleia Legislativa de Sergipe
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