Senador do MDB confirmou a busca pela reeleição durante convenção em Aracaju. Ele afirmou que manterá uma atuação baseada em princípios e coerência política.
A candidatura do senador Alessandro Vieira (MDB) à reeleição para o Senado foi oficializada no último sábado (25), durante a convenção estadual em Aracaju. Na ocasião, o senador destacou a importância da independência nas decisões políticas e a coerência entre discurso e prática como marcas de sua trajetória.
Alessandro Vieira enfatizou que sua atuação política sempre foi pautada pela defesa de princípios. “Em 2018 a caminhada foi desse jeito e o sergipano entendeu e abraçou. Agora repetimos essa forma de trabalhar porque a nossa compreensão da política é que não vale tudo. Você tem que manter os seus princípios, o seu jeito de ser, para entregar ao povo aquilo que ele merece”, afirmou.
O senador também abordou o formato de sua campanha, ao afirmar que disputará a eleição de forma independente, sem formar dobradinha para a segunda vaga ao Senado. “O eleitor vai estar livre para fazer essa escolha. A gente não vai fazer dobradinha com ninguém. Respeitamos as escolhas de todos e mostramos o nosso trabalho para que o sergipano decida se merecemos ou não continuar em Brasília”, declarou.
Mesmo com uma candidatura independente, Alessandro reafirmou seu apoio à reeleição do governador Fábio Mitidieri, uma posição que, segundo ele, foi definida desde o início do processo eleitoral. “Eu voto em Fábio. Todo mundo sabe. Minha definição foi feita muito cedo. Acho que o governo de Fábio merece uma recondução, pelas entregas e pelo trabalho realizado”, afirmou.
A postura de Alessandro Vieira demonstra seu compromisso com a independência do mandato, que tem sido uma característica de sua atuação no Senado nos últimos oito anos. “Graças a Deus nosso trabalho é conectado com o povo sergipano. São 25 anos de vida pública, oito anos de serviço prestado como senador. Essa história mostra que eu entrei na política para fazer as coisas de um jeito diferente”, enfatizou.
Para o senador, fazer diferente significa entender que a política não deve ser um instrumento de poder, mas sim uma ferramenta de serviço à população, com foco na correta aplicação dos recursos públicos, na fiscalização de sua utilização e na priorização do interesse coletivo acima de interesses pessoais ou eleitorais.
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