Integrantes do chamado “Reino do Tudo Pode” relatam crescente insatisfação com a gestão de Sir Fracalhão, no comando há quase dois anos. Segundo relatos de membros do grupo, a expectativa de conter excessos administrativos não se concretizou, resultando em acusações de acomodação, perseguição interna e até chantagem.
Críticos afirmam que, em vez de combater a espetacularização da fé, o dirigente teria aderido a práticas que misturam rituais religiosos a apresentações musicais e performances, com foco predominante em arrecadação financeira. As queixas indicam que a doutrina original estaria sendo deixada de lado para privilegiar experiências emocionais capazes de atrair recursos.
Nos bastidores, circula a informação de que uma sub-sede do reino, localizada em um bairro antigo em fase de expansão, estaria sendo negociada por 10 milhões de Réis – valor inferior aos 15 milhões inicialmente oferecidos. Documentos e gravações sobre a transação estariam prontos para ser divulgados por opositores, o que pode desencadear uma crise semelhante à que derrubou o antecessor de Sir Fracalhão.
Há quem aposte que uma eventual intervenção do “Soberano maior de todos os Reinos” repita o processo de afastamento vivido na última administração. Até o momento, Sir Fracalhão não se pronunciou publicamente sobre as denúncias.
Com informações de Portal Infonet
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