O escritor e cronista sergipano Odilon Machado, 78 anos, publicou artigo no portal Infonet no qual faz um balanço pessoal sobre antigos hábitos, tece críticas às mudanças na liturgia católica e relata a participação no Domingo de Ramos de 2026 na Capela do São Salvador, em Aracaju.
Memórias de vícios
No texto, Machado afirma que, apesar da idade, conserva poucos vícios. Ele diz nunca ter se rendido ao álcool nem aos jogos de azar, mas recorda um período de 15 anos de tabagismo, quando consumia diferentes marcas da fabricante Souza Cruz, entre elas Continental, Hollywood, Astória, Gaivota e Columbia.
Nostalgia da missa em latim
O cronista dedica grande parte do artigo a criticar o que chama de “banimento” do Rito Tridentino — a antiga missa em latim — após determinações do papa Francisco. Ele recorda orações como o “Introibo ad altare Dei”, o “Gloria in Excelsis Deo” e o “Credo” recitadas em sua infância, descrevendo-as como elementos que teriam sido substituídos por cânticos modernos.
Domingo de Ramos de 2026
Machado conta ter mantido a tradição de frequentar a Capela do São Salvador no Domingo de Ramos, prática que segue “desde os tempos de criança”. Seguindo orientação divulgada previamente, ele levou de casa dois ramos — um para si e outro para a esposa, Tereza — em razão da ausência de palmas no templo. Após a celebração, os ramos foram colocados em um crucifixo que o acompanha durante todo o ano.
Reflexão sobre fé e costumes
No encerramento, o autor manifesta preocupação com o que considera perda de referências tradicionais dentro da Igreja Católica, mas deseja aos leitores uma “Feliz Páscoa” e pede a Deus que lhe permita conservar seus “pequenos vícios” por mais algum tempo.
O artigo reflete a opinião pessoal do escritor e não representa necessariamente o posicionamento editorial do portal onde foi publicado.
Com informações de Infonet
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