A Marcha das Mulheres Negras 2025: Por Reparação e Bem Viver reuniu, na última terça-feira (25), mais de 200 mil participantes na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Entre as manifestantes estava a vereadora aracajuana e professora Sonia Meire, que acompanhou uma delegação de mulheres sergipanas.
Em sua segunda edição, o ato levou à capital federal representantes de movimentos negros, feministas, organizações sociais e sindicais, além de parlamentares e lideranças políticas de todo o país. As reivindicações incluíram redução da jornada de trabalho 6×1, empregos com salários justos, ações contra a crise climática e maior presença de mulheres negras em espaços de poder.
“Ocupamos a Esplanada para cobrar reparação, bem viver e justiça social”, declarou Sonia Meire. A vereadora também participou de uma sessão especial na Câmara dos Deputados conduzida pela deputada Benedita da Silva, onde o tema da igualdade racial foi debatido com outras parlamentares.
Realizada no Dia Latino-Americano e Caribenho de Luta pelo Fim da Violência contra a Mulher, a marcha denunciou a violência histórica que atinge mulheres e meninas negras e reforçou a necessidade de justiça racial, reconhecimento das ancestralidades e construção de uma sociedade com dignidade e equidade.
Entre as maiores delegações esteve a dos quilombolas, mobilizados pela Conac, e grupos indígenas que se somaram às mulheres negras. “Antes da marcha promovemos uma audiência pública na Câmara de Aracaju para ouvir as mulheres da cidade”, lembrou Sonia Meire. A vereadora afirmou que seguirá acompanhando a inclusão de políticas para mulheres negras no Plano Plurianual (PPA) e no orçamento municipal.
A Marcha das Mulheres Negras encerrou as mobilizações nacionais de 2025 destacando que o país não pode negligenciar os direitos e o bem viver da população negra.
Com informações de Câmara Municipal de Aracaju
Siga o Sergipe News e receba as notícias de Sergipe em primeira mão.








