Crianças internadas correm risco. Linda Brasil (Psol) denunciou na Alese condições inadequadas na UTI pediátrica do Hospital Amparo de Maria, alarmando famílias sergipanas.
Nesta terça-feira, 16, durante a sessão plenária da Assembleia Legislativa de Sergipe, a deputada estadual Linda Brasil (Psol) denunciou graves irregularidades na UTI pediátrica do Hospital Amparo de Maria. A parlamentar destacou que a situação da unidade de terapia intensiva tem gerado preocupação entre os pais e responsáveis pelas crianças que necessitam de cuidados especiais.
Linda Brasil afirmou que as condições de atendimento na UTI pediátrica não estão adequadas, comprometendo a saúde e o bem-estar dos pacientes. A deputada citou relatos de familiares que vivenciam dificuldades no acesso a tratamentos e a falta de equipamentos essenciais para o atendimento das crianças. Segundo ela, essas questões precisam ser urgentemente resolvidas para garantir a segurança e a qualidade do atendimento nas unidades de saúde.
Em sua fala, a deputada também mencionou que a situação é ainda mais crítica diante do aumento da demanda por serviços de saúde pediátrica na região. “É inaceitável que nossas crianças enfrentem esse tipo de situação. O direito à saúde é fundamental e não pode ser negligenciado”, afirmou Linda Brasil.
“Precisamos de uma resposta imediata do governo e das autoridades competentes para que essas irregularidades sejam sanadas. É um dever nosso lutar pela saúde das nossas crianças”, completou a deputada.
A denúncia gerou repercussão entre os outros parlamentares, que se manifestaram a favor de uma investigação sobre a situação da UTI pediátrica. A expectativa é de que uma comissão seja formada para apurar as irregularidades apontadas e propor soluções para os problemas enfrentados pela unidade.
As discussões sobre a saúde pública em Sergipe tornam-se cada vez mais relevantes, especialmente em tempos de pandemia e aumento de doenças que afetam a população infantil. A atenção às condições das UTIs pediátricas é essencial para evitar que casos graves sejam desassistidos e que as crianças recebam o tratamento necessário em tempo hábil.
Fonte: Alese
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