Atração central da Vila da Criança 2025, o Teatro instalado na Praça de Eventos da Orla da Atalaia, em Aracaju, vem reunindo famílias sergipanas em duas sessões gratuitas diárias, às 18h e 20h. Com ambiente climatizado e capacidade para 130 pessoas, o espaço exibe peças lúdicas voltadas ao público infantojuvenil e se consolida como vitrine para artistas locais.
Os espetáculos, criados especialmente para crianças, combinam diversão e conteúdo educativo. Entre as produções apresentadas estão “A menina que sonhava em dançar forró com Jesus”, do grupo Mamulengo Baile Estrela, e “Palhaço Sempre Palhaço”, encenada por César Leite. A artista Cecé Vieira destaca que a interação com o teatro contribui para o desenvolvimento cognitivo infantil, enquanto Leite ressalta a possibilidade de transmitir valores como superação de forma leve.
Inteiramente composta por grupos sergipanos, a programação estimula a cena cultural do estado. Para o ator Adriano Souza, da Cia Saurus, o formato representa um impulso inédito à produção local. Segundo ele, o evento reúne respeito, grandeza e estímulo raramente encontrados em festivais.
O sucesso de público é confirmado por visitantes como a aposentada Maria de Fátima Ferreira, que levou os netos Lismary Emanuelle, 10 anos, e Davi Brayan, 7. “É essencial que as crianças tenham acesso ao teatro desde cedo”, afirma. A neta Lismary elegeu o espaço cênico como seu ponto preferido da Vila. Já a chefe de cozinha Lu Andrade, presente com a filha Maitê, 4, e o marido Isac Goes, destaca a gratuidade como fator decisivo para a visita, opinião compartilhada pela dona de casa Silvia Batista, mãe da pequena Eloá Vitória, 4.
Para assegurar acessibilidade, a segunda sessão conta com intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), além de prioridade de entrada para pessoas com deficiência, autistas e neurodivergentes.
Além do teatro, a Vila da Criança oferece até domingo, 26, arena gamer, cinema, parque de diversões, roda-gigante, brinquedos acessíveis, casas temáticas e minicidade. O evento é promovido pelo Governo de Sergipe, por meio da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap), com apoio de Netiz e Iguá e patrocínio do Banese.
Com informações de Governo de Sergipe
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