O Estado de Sergipe alcançou um marco histórico na saúde pública em janeiro de 2026, retomando os transplantes renais com doador falecido após 13 anos de paralisação e realizando, pela primeira vez, transplantes hepáticos na rede estadual.
Sergipe deu um salto significativo na área da saúde pública de alta complexidade. Em janeiro de 2026, o Estado retomou o serviço de transplante renal com doador falecido, serviço que permanecia inativo há 13 anos, e deu início, de forma inédita, à realização de transplantes hepáticos — procedimentos que nunca haviam sido realizados dentro da rede estadual de saúde.
A retomada dos transplantes renais representa o fim de uma longa espera para pacientes sergipanos que, durante mais de uma década, precisavam buscar atendimento em outros estados para ter acesso a esse tipo de procedimento. Já a implantação dos transplantes de fígado coloca Sergipe em um novo patamar dentro do Sistema Único de Saúde, ampliando as possibilidades de tratamento para doenças hepáticas graves que, antes, não contavam com solução cirúrgica disponível localmente.
As duas iniciativas fortalecem a chamada alta complexidade da rede estadual de saúde, reduzindo a necessidade de deslocamento de pacientes do interior — incluindo moradores de municípios como Canindé de São Francisco — para centros de referência em outros estados. O avanço é considerado histórico pelas autoridades de saúde e representa um compromisso concreto com a ampliação do acesso a procedimentos de alta tecnologia para a população sergipana.









Fonte: Governo de Sergipe
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