O Governo de Sergipe reforçou, neste 21 de outubro, Dia Nacional da Alimentação Escolar, o compromisso com a oferta de refeições saudáveis para os 163 municípios atendidos pela Rede Pública Estadual de Ensino. Diariamente, cerca de 220 mil pratos são distribuídos nas unidades escolares, resultado de um investimento anual de R$ 53 milhões.
Filé de camarão chega a todas as Diretorias Regionais
Entre as iniciativas em destaque está o Programa Filé de Camarão na Alimentação Escolar, implantado nas escolas de tempo integral das 10 Diretorias Regionais de Educação (DRE). De janeiro a outubro, foram adquiridas 17.284 kg de camarão, compradas por chamada pública diretamente da agricultura familiar, fortalecendo pequenos produtores locais.
Café da manhã para 120 mil estudantes
O Programa Barriguinha Cheia garante desjejum a cerca de 120 mil alunos de 212 escolas dos ensinos fundamental e médio. A meta é fornecer 12 milhões de refeições matinais até o fim do ano letivo de 2025, com investimento previsto de R$ 3.623.370,00.
Agricultura familiar acima da meta nacional
Atualmente, 65 % dos gêneros alimentícios utilizados na merenda vêm de cooperativas e pequenos agricultores sergipanos, mais que o dobro do percentual mínimo de 30 % definido pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Estrutura técnica do DAE
O Departamento de Alimentação Escolar (DAE) é composto por:
- Sesup – responsável pelas visitas e supervisões;
- Sedis – distribuição de alimentos e emissão de guias de remessa;
- Senav – elaboração de cardápios, termos de referência e ações de educação alimentar;
- Segfic – controle fiscal e pagamentos.
A equipe conta com 26 nutricionistas, dois engenheiros de alimentos e três gastrônomos, além das equipes de supervisão.
Impacto na rotina escolar
No Centro de Excelência Professor José Carlos de Souza, em Aracaju, manipuladores de alimentos preparam diariamente as refeições dos estudantes. A coordenadora pedagógica, Lidiane Moreira, destaca que a diversidade do cardápio, incluindo o camarão semanal, evita monotonia e contribui para o aprendizado.
Para a aluna Ludmilla Rodrigues, a qualidade da merenda aumenta a disposição em sala de aula. Segundo ela, quando o cardápio inclui camarão, a proteína é substituída por outra para os estudantes que não consomem frutos do mar, mantendo o equilíbrio nutricional.
A diretora do DAE, Lucileide Rodrigues, ressaltou que a alimentação escolar representa “cuidado, saúde e aprendizado” e que o avanço do programa é motivo de orgulho para o estado.
Com informações de Governo de Sergipe
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