A Prefeitura de Aracaju promoveu, nesta sexta-feira, 14, uma palestra para qualificar servidores da assistência social. A atividade reuniu cerca de 40 profissionais e debateu o fortalecimento do SCFV e da rede socioassistencial.
Em uma manhã de aprendizado e troca de experiências, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social (Semfas), em parceria com o Conselho Municipal da Assistência Social (CMAS), promoveu, nesta sexta-feira, 14, uma palestra voltada à qualificação dos servidores.
A atividade ocorreu no auditório da Semfas, no bairro Pereira Lobo, Zona Sul da capital, e reuniu cerca de 40 profissionais. O encontro teve como foco o fortalecimento do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e a articulação entre os serviços da rede socioassistencial.
Assistentes sociais, coordenadores e representantes das unidades da assistência social participaram de discussões sobre o referenciamento territorial aos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), o acompanhamento das famílias e usuários e a integração com instituições da rede não governamental.
A programação também incluiu um momento de escuta ativa, que possibilitou o compartilhamento de experiências e a identificação de necessidades para o aprimoramento dos serviços ofertados pela rede socioassistencial.
De acordo com o secretário da Semfas, Luciano Paz, a iniciativa fortalece a articulação entre os diferentes atores da rede de assistência social. “É um momento muito importante de reflexão e de escuta para que a gente possa consolidar essa parceria, com o objetivo de unir o público e o privado para atender melhor a população e oferecer serviços de qualidade por meio das parcerias que estão sendo construídas”, pontuou.
A coordenadora da Vigilância Socioassistencial, Vanessa Barreto, destacou a importância da qualificação para aprimorar a oferta do SCFV. “Esse segundo encontro partiu da necessidade de qualificar a oferta do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, trazendo a importância do referenciamento territorial aos CRAS e também das famílias acompanhadas, dos assistidos e dos usuários atendidos pela rede não governamental”, explicou.
Para os coordenadores das unidades da assistência social, a iniciativa representa uma oportunidade de fortalecer a integração entre os serviços e aprimorar o atendimento à população. A coordenadora do CRAS Flor Jurubeba, Elze Angélica, destacou a importância da aproximação entre as unidades e as instituições que ofertam serviços de convivência.
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