A gestão do prefeito Airton Martins mostra mais uma vez sua face cruel, autoritária e insensível com quem trabalha honestamente. Desta vez, a vítima é o jovem trabalhador Igor, permissionado de um quiosque na Praça do Mangue, que vem sendo perseguido e ameaçado de despejo mesmo possuindo contrato legal em vigor.
Igor, pai de família, tirava daquele quiosque o sustento digno de sua casa. O que ele não esperava era ser surpreendido por uma notificação absurda, recebida no dia 5 de janeiro, expedida pela Secretaria de Infraestrutura, comandada pelo secretário Albuquerque, determinando que ele desocupasse o espaço em apenas 10 dias — sem explicação, sem diálogo e sem respeito.
O mais grave: o permissionado possui um contrato válido por dois anos, com vigência de 24 de dezembro de 2024 até 24 de dezembro de 2026. Ou seja, a ordem de retirada ignora completamente a legalidade e expõe uma gestão que parece governar com perseguição, não com justiça.
Desesperado e sem saber como garantir o pão de cada dia, Igor buscou ajuda da vereadora Pastora Salete, que prontamente se colocou ao lado do trabalhador. Sensível à injustiça e diante das evidentes irregularidades, a parlamentar acionou sua assessoria jurídica, que ingressou com um Mandado de Segurança para barrar o ato considerado arbitrário e abusivo da Prefeitura.
“É revoltante ver um prefeito que persegue trabalhadores ao invés de gerar emprego e renda. Estamos falando de um pai de família que só quer trabalhar”, afirmou a vereadora.
A situação escancara um modelo de gestão que ataca o pequeno, sufoca o trabalhador e governa sem diálogo, enquanto o povo sofre as consequências. Na Barra dos Coqueiros, quem tenta sobreviver com dignidade parece estar na mira do poder público.
Até agora, o prefeito Airton Martins e o secretário Albuquerque seguem em silêncio, enquanto a população se pergunta: quem será o próximo trabalhador perseguido?
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