Além de memória viva, Gorée é uma sala de aula a céu aberto. Ao longo do dia, excursões com centenas de alunos de escolas do Dacar desbravam a ilha, transformado o turismo em educação, como sugere Daouda Ndiaye.

Desses grupos de crianças e adolescentes saem os sons de animação e alegria que atualmente fazem parte da trilha sonora da ilha, substituindo o sofrimento que tomava conta de Gorée séculos atrás.

*O repórter viajou a convite do Ministério da Integração Africana, Negócios Estrangeiros e Senegaleses no Exterior.

Fonte: Agência Brasil

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Robson Alves é analista e colaborador editorial especializado em política nacional e internacional, economia e cultura. Com formação em contabilidade e leitura apurada sobre cenários econômicos e geopolíticos, assina textos que conectam o que acontece no mundo com os impactos no cotidiano brasileiro.
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