Por Cláudio Lima Vasconcelos
Aprovados no concurso de 2023 destacam a importância da atualização do quadro de servidores e buscam apoio das autoridades para garantir serviços mais ágeis e descentralizados
A Polícia Científica desempenha um papel essencial para a segurança pública e para a cidadania, garantindo a produção de provas técnicas que auxiliam a justiça e o atendimento a vítimas. No entanto, a lei que regula o número de cargos, datada de 2002, já não corresponde às necessidades atuais da sociedade.
Em 2023, um novo concurso foi realizado, trazendo esperança de reforço no quadro. Parte dos aprovados já foi convocada, mas os demais seguem confiantes de que, com apoio das autoridades e da sociedade, será possível avançar na ampliação do número de vagas.
Entre os principais pontos levantados está a descentralização dos serviços periciais, medida já adotada em estados vizinhos como Bahia e Pernambuco. Essa iniciativa permitiria maior celeridade nos exames de corpo de delito em casos de violência, além de facilitar a realização de perícias no interior, evitando o deslocamento de vítimas até a capital.
A descentralização também traria benefícios na área de identificação civil e criminal, aproximando os serviços da população e modernizando a estrutura de atendimento.
Os aprovados reforçam que não se trata apenas de uma reivindicação da categoria, mas de uma pauta social, que tem como objetivo garantir que todos os cidadãos, em qualquer região do estado, tenham acesso rápido e humanizado aos serviços da Polícia Científica.
Por isso, o movimento busca o diálogo com a sociedade, o Governo e os parlamentares, no intuito de sensibilizar e construir soluções que permitam o fortalecimento dessa instituição tão importante.
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