O pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), revelou na última sexta-feira, 24 de maio, que passou a utilizar colete à prova de balas por questões de segurança pessoal. A declaração foi feita em um vídeo publicado em suas redes sociais.
Flávio afirmou:
. Durante a gravação, o senador fez referência ao atentado que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, sofreu em 2018 e destacou que não pretende“Muita gente pergunta por que eu tô usando colete. Tem trabalhador que usa farda, capacete. Infelizmente eu sei do que eles são capazes”
. Ele enfatizou que“dar sopa ao azar”
.“já tentaram fazer com meu pai, conseguiram. Eu não posso dar sopa pro azar”
Além de comentar sobre o uso do colete, o senador mencionou que enfrenta
, e que adversários políticos tentam intimidá-lo. A publicação do vídeo gerou ampla repercussão nas redes sociais, tanto entre seus aliados quanto entre críticos.“ódio”, “ataques” e “desumanização”
O comentarista político Elias Tavares analisou o conteúdo do vídeo e afirmou que a imagem do colete se configura como uma estratégia de marketing político. Segundo Tavares, essa abordagem busca reforçar a ideia de uma ameaça constante contra figuras da direita e recuperar a memória do atentado sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha presidencial de 2018.
O comentarista também observou que o vídeo foi produzido para gerar engajamento digital, mas alertou para o risco de exagero na comunicação, comparando a peça a estratégias adotadas por influenciadores em campanhas recentes.
A declaração e o vídeo de Flávio Bolsonaro acontecem em meio a mudanças na sua equipe de comunicação, após críticas de aliados sobre a condução de crises recentes relacionadas à sua campanha.
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