A exposição “Manual para não desaparecer: um manifesto pela permanência do sensível” reúne produções de participantes de três territórios de Aracaju. A mostra permanece aberta ao público até 20 de setembro.
O Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto recebeu, na quinta-feira, 20, a abertura da exposição “Manual para não desaparecer: um manifesto pela permanência do sensível”. A mostra é resultado do projeto Casa Tsuru: Arte como Ferramenta de Futuro e segue em cartaz até o dia 20 de setembro.
Realizada pela Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) e do Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto, a exposição reúne um percurso construído em três territórios da capital: o Centro de Excelência Vitória de Santa Maria, no bairro Santa Maria; o CRAS Benjamin Alves de Carvalho, na Coroa do Meio; e o Centro de Artesanato Chica Chaves, no Bairro Industrial.
Apesar das diferentes realidades, histórias e experiências dos grupos participantes, a proposta conectou os envolvidos por meio da arte, compreendida como espaço de expressão, pertencimento e construção de futuro. A curadoria é de Júnior Rodrigues, integrante do projeto Casa Tsuru.
O idealizador da Casa Tsuru, Lucas Tsuru, afirmou que o trabalho desenvolvido relaciona arte, educação e cultura. “A gente tem como propósito desenvolver projetos que relacionam arte, educação e cultura. Todas as nossas atuações no campo sociocultural dialogam com esses três pilares. Neste projeto, atuamos em três bairros de Aracaju, escolhendo instituições onde pudéssemos desenvolver oficinas e mentorias. Esta exposição é fruto desse percurso, que teve como propósito aproximar a arte de comunidades em situação de vulnerabilidade social e criar novas possibilidades a partir desses encontros”, explicou.
A coordenadora do Centro Cultural Palácio-Museu Luis Antônio Barreto, Salete Martins, destacou a relevância de receber a mostra. “Receber este manifesto pela permanência do sensível representa também reafirmar o compromisso desta instituição com a arte contemporânea, com a memória e com a construção de uma sociedade mais atenta à beleza, à subjetividade e à diversidade de olhares”, pontuou.
O projeto foi realizado por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), através da Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju). O Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto fica na Praça General Valadão, no Centro de Aracaju, e funciona diariamente, das 8h às 17h. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (79) 3214-5387 e (79) 3214-5325 ou pelas redes sociais oficiais da Funcaju.
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