No dia 28 de maio de 2026, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro expressou sua satisfação com a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em um vídeo divulgado em suas redes sociais, ele afirmou que essa categorização tornará mais difícil as movimentações financeiras desses grupos, possibilitando que sejam combatidos da mesma forma que o terrorista Osama Bin Laden.
“Vai ficar muito mais difícil deles fazerem movimentações financeiras e eles vão poder ser combatidos como Bin Laden era”, declarou Eduardo.
A decisão, que entra em vigor no próximo dia 5 de junho, foi anunciada pelo Departamento de Estado dos EUA, que designou os grupos como “terroristas globais especialmente designados” e “organizações terroristas estrangeiras”. Essa classificação foi estabelecida para grupos que representam um risco de praticar atos de terrorismo e pode incluir aqueles que fornecem apoio ou assistência a esses grupos.
Eduardo também fez questão de agradecer a figuras políticas norte-americanas, como o ex-presidente Donald Trump e os senadores Marco Rubio e J.D. Vance, por essa decisão, que, segundo ele, é um importante passo para a segurança pública no Brasil. Ele enfatizou que a medida é um grande alívio para todos que sofrem com a violência e a criminalidade associadas a essas facções.
A classificação dos PCC e CV como organizações terroristas é baseada na Seção 219 da Lei de Imigração e Nacionalidade dos EUA, que estabelece que grupos devem ser estrangeiros e envolvidos em atividades consideradas terroristas para receber tal designação. Essa ação é parte de um esforço maior para combater o terrorismo global e assegurar a segurança nacional dos Estados Unidos.
As implicações dessa decisão são significativas, pois podem afetar a forma como o Brasil e outros países lidam com o crime organizado, além de potencialmente impactar as relações bilaterais entre o Brasil e os Estados Unidos. A expectativa é que essa nova abordagem contribua para a redução da violência associada a essas facções no Brasil.
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