O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece com limitações de movimentos no ombro direito, quatro semanas após a cirurgia para tratar lesões na região. Segundo relatórios médicos divulgados na última quinta-feira, 28 de maio, o ex-presidente apresenta rigidez articular e restrições de mobilidade.
A avaliação foi realizada pelo fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas e pelo ortopedista Alexandre Firmino. De acordo com o documento, Bolsonaro ainda enfrenta “restrições de mobilidade na região da cicatriz cirúrgica” e apresenta redução da força e tônus muscular durante o processo de recuperação.
A cirurgia ocorreu no Hospital DF Star, em Brasília, no dia 1º de maio, após um agravamento das dores decorrentes de uma queda sofrida em janeiro. O boletim médico na época indicou que o procedimento foi concluído “sem qualquer imprevisto”, e o ex-presidente permaneceu sob observação clínica.
“Bolsonaro ainda pode realizar apenas movimentos com cotovelo, punho e dedos, além de sessões voltadas à manutenção das funções permitidas”, afirmou Freitas.
Além disso, o relatório destaca que o ex-presidente realiza uma sessão semanal de fisioterapia. Firmino, por sua vez, informou que Bolsonaro continua em acompanhamento médico domiciliar, com doses elevadas de medicamentos e uma dieta com baixo teor de acidez devido a “quadros de soluços recorrentes”.
O relatório também aponta que, até o momento, Bolsonaro não apresentou queixas significativas de dor no ombro. Conforme o médico, o ex-presidente começou a realizar exercícios aeróbicos leves e progressivos, mantém a pressão arterial controlada, mas ainda sofre de instabilidade crônica do equilíbrio corporal.
Siga o Sergipe News e receba as notícias de Sergipe em primeira mão.








