Candidato ao Senado por Sergipe, André Moura propõe revisão constitucional para endurecer penas contra feminicidas. A defesa foi reforçada nos 20 anos da Lei Maria da Penha.
Em 7 de agosto, data que marca os 20 anos da Lei Maria da Penha, o candidato ao Senado por Sergipe, André Moura, reafirmou seu compromisso com a proteção das mulheres e o combate à violência de gênero. Integrante da coligação liderada pelo governador Fábio Mitidieri (PSD), Moura defende a revisão constitucional no Congresso Nacional para a aplicação de penas mais severas, incluindo a prisão perpétua para condenados por feminicídio.
“O Senado precisa encarar essa pauta com a gravidade que o tema exige. Não podemos aceitar os altos índices de violência contra a mulher. É preciso combater a impunidade com legislação rígida e políticas públicas eficientes”, destacou o candidato da Federação União Progressista.
A postura de André Moura em defesa do combate ao feminicídio e do fortalecimento da presença feminina na política tem recebido apoio de importantes lideranças femininas do estado. A deputada federal Yandra Moura (UB), que busca a reeleição nas eleições de 2026, reconheceu o incentivo de André nas pautas relacionadas ao protagonismo feminino. “Há quatro anos Sergipe não tinha uma mulher representando as famílias sergipanas na Câmara Federal. O apoio de André foi decisivo para abrirmos esse espaço com trabalho e responsabilidade”, afirmou.
A vereadora Selma França (UB), que é candidata a primeira suplente de André Moura para o Senado, enfatizou a urgência de ações rigorosas e suporte às vítimas. “Não entrei na chapa para cumprir tabela, mas para ser voz ativa. A dor da violência contra a mulher nos revolta e exige ação integrada para acolher as sergipanas”, ressaltou.
A deputada estadual e candidata à reeleição, Lidiane Lucena (UB), também avaliou o apoio de André ao protagonismo feminino na política. Ela concordou que a presença das mulheres é fundamental para a construção de políticas públicas mais humanas e eficientes. “A presença feminina constrói políticas públicas mais humanas. Todo feminicídio é uma tragédia e exige resposta firme do Estado, unindo prevenção, acolhimento e o devido rigor da lei”, afirmou.
A vereadora Sheyla Galba, candidata a deputada federal pelo União Brasil, acrescentou que a punição exemplar para feminicidas deve ser acompanhada de políticas públicas efetivas de acolhimento e proteção. “É legítimo discutir no Congresso o endurecimento de penas, associado a investimentos na rede de proteção e no combate ao ciclo da violência”, disse.
Com um histórico de articulação em Brasília, André Moura salientou que o combate à violência contra a mulher será prioridade em seu mandato no Senado Federal, alinhando o endurecimento penal com a prevenção e o fortalecimento das instituições de segurança e acolhimento.
Siga o Sergipe News e receba as notícias de Sergipe em primeira mão.








