A Prefeitura de Aracaju ampliou as ações do Agosto Lilás em escolas municipais e particulares, com debates sobre respeito, direitos e prevenção à violência contra a mulher.
Falar sobre respeito, cuidado e prevenção também é uma forma de combater a violência contra a mulher. Com esse objetivo, a Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Respeito às Políticas para as Mulheres (SerMulher), amplia durante todo o mês de agosto as ações do Agosto Lilás em escolas municipais e particulares que convidaram a pasta para participar da programação.
As atividades integram a mobilização da Rede Lilás, atuação da Prefeitura de Aracaju por meio da SerMulher, em parceria com a área da segurança, através da Patrulha Maria da Penha e da Coordenadoria de Enfrentamento à Violência contra a Mulher (Coevim). A iniciativa busca aproximar crianças e adolescentes dos debates sobre respeito, direitos, prevenção e enfrentamento à violência.
Nesta semana, que também marca o Dia do Estudante, as equipes estão presentes nas turmas dos anos finais da EMEFTI Professor José Antônio da Costa Melo. A proposta é levar a discussão para dentro da escola e mostrar que a prevenção pode começar desde cedo.
Para a diretora da unidade, Taniely Farias, a iniciativa é uma oportunidade de orientar os estudantes e estimular a reflexão desde os primeiros anos. “É um momento muito importante, com muita orientação, muita informação para os nossos alunos, que desde pequenos necessitam ter esse contato, essa orientação, entender a importância da valorização, da questão do cuidado e a importância do movimento do Agosto Lilás”, destaca.
A ação busca tratar, de forma acessível e adequada à faixa etária, temas como respeito, limites, igualdade, relacionamentos saudáveis e identificação de comportamentos abusivos. Para a técnica da SerMulher Vanessa Correia, levar essas informações à comunidade escolar contribui para a formação de uma nova geração mais consciente sobre direitos e responsabilidades.
“Quando a gente chega à escola, não estamos apenas levando uma campanha, mas construindo um espaço de diálogo. Falar sobre violência contra a mulher é também falar sobre respeito, cuidado, limites e relações saudáveis. A prevenção começa quando conseguimos identificar comportamentos que não são normais e compreender que nenhuma forma de violência é aceitável”, afirma.
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