Pré-candidata a suplente de Alessandro Vieira cobrou maior espaço feminino na política. Ela reconheceu avanços, mas alertou que ainda há muito a conquistar em representatividade.
A primeira-dama de Nossa Senhora do Socorro e pré-candidata a primeira suplente do senador Alessandro Vieira (MDB), Adriana Carvalho, enfatizou a necessidade de ampliar a presença feminina em espaços de decisão política. Durante uma entrevista ao Jornal da Fan, da Rádio Fan FM, nesta quarta-feira (22), ela abordou os desafios enfrentados pelas mulheres na política e observou que o cenário atual mostra avanços significativos em termos de respeito e representatividade.
Adriana destacou a importância de mais mulheres ocupando cargos de liderança e participando das decisões que afetam a sociedade. “A gente já fica feliz em ver a gente, mulher, participando, e principalmente no espaço de decisões. A gente já sofreu vários tipos de preconceitos, principalmente na política. E hoje a gente vê esse respeito. Hoje a gente vê com que a gente venha a participar, estar ao lado, contribuindo”, afirmou.
Além disso, a pré-candidata comentou sobre a possibilidade de assumir uma cadeira no Senado, caso necessário. Ela enfatizou que o foco atual é atuar ao lado de Alessandro Vieira, colaborando em iniciativas voltadas à população, especialmente às mulheres e famílias sergipanas. “Possa ser que sim, que eu venha a assumir. Mas de estar ao lado do nosso senador Alessandro Vieira para contribuir também. Para fazer, realizar projetos e melhorias às famílias, às mulheres. Então a gente tá aqui também para contribuir, para se somar, para se dedicar, para fazer com que venha projetos de leis que venham cada vez mais fortalecer as nossas mulheres, as nossas famílias”, declarou.
Ao refletir sobre suas motivações para ingressar na política, Adriana afirmou que seu objetivo é atuar em defesa da população e ressaltou a importância de pessoas comprometidas com o interesse público ocuparem cargos políticos. “A minha missão é servir ao povo. Se for para ser candidata para fazer a diferença, projetos sociais e lutar. Porque pessoas dignas, pessoas de respeito, pessoas com caráter têm que estar na política, para a gente fazer a diferença, o que as nossas famílias sergipanas precisam”, concluiu.
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