O município de Santa Rosa de Lima, no interior de Sergipe, ganhará um novo espaço dedicado à produção intelectual e à salvaguarda da memória local. No dia 25 de novembro de 2025, às 19h, será oficialmente instalada a Academia Santarosense de Letras, Ciências e Artes (ASLCA) nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores.
A entidade nasce com o propósito de preservar o patrimônio material e imaterial da cidade, incentivar a criação literária, valorizar expressões artísticas e científicas e aproximar as novas gerações do universo da leitura e da pesquisa.
Quem compõe a primeira diretoria
Doze nomes assinam a ata de fundação da ASLCA:
José Barros dos Anjos, José Nilton Pereira Santana, Gladson Leandro dos Santos Andrade, Antônio Acioly, Sandra Siqueira Santos, Ilná de Lima Menezes, Almir Pinto de Melo, Alessandro Alves Gonzaga, José Aldo Santos Lima, Valdeneide Souza, Maria Margarida Menezes Silva e Joselina Alves dos Anjos.
Resgate histórico
Santa Rosa de Lima possui uma trajetória marcada por mudanças de nomenclatura e status administrativo. A antiga povoação, conhecida inicialmente como Presa, foi elevada a vila em 26 de outubro de 1884 pela Lei nº 83. Já chamada Santa Rosa, pertencia à vizinha Divina Pastora. Em 1943, recebeu o nome de Camboatá, mas, em 25 de novembro de 1953, a Lei Estadual nº 525-A garantiu a autonomia municipal. No ano seguinte, a Lei nº 554 devolveu-lhe a denominação atual.
Objetivos principais
Entre as metas traçadas para a nova instituição estão:
- estimular escritores, artistas e pesquisadores;
- preservar o patrimônio histórico e cultural de Santa Rosa de Lima;
- despertar o interesse da juventude pela literatura, ciência e artes;
- registrar e difundir a identidade santarosense;
- promover eventos, encontros e produções culturais.
A cerimônia de instalação da ASLCA reforça o compromisso da comunidade local com a valorização de suas raízes e com a expansão das atividades culturais em Sergipe.
Com informações de Portal Infonet
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