Nos últimos dias, muito se tem comentado sobre as visitas do vice-prefeito de Canindé de São Francisco, Pank Pancadão, ao município vizinho de Poço Redondo. Sinceramente, não compreendemos o motivo de tanta preocupação por parte de alguns políticos locais.
Primeiramente, é importante esclarecer que não existe nenhuma lei no ordenamento jurídico brasileiro que impeça um cidadão de circular livremente por qualquer cidade do país. Vivemos em um Estado Democrático de Direito, onde a liberdade de ir e vir é um dos princípios fundamentais garantidos pela Constituição.
Pank Pancadão, além de ser vice-prefeito, é um cidadão livre, com amigos, familiares e relações em diversas localidades, inclusive em Poço Redondo. Portanto, não há qualquer irregularidade ou conotação partidária automática em suas idas e vindas.
Se há empresários, lideranças políticas e cidadãos que simpatizam com seu nome e manifestam o desejo de vê-lo, um dia, como prefeito de Poço Redondo, isso faz parte do direito de opinião e de livre expressão, pilares essenciais da democracia.
O que causa estranheza é ver certos grupos se incomodando apenas porque Pank foi, a convite de amigos, a um aniversário. Não há lógica alguma nesse tipo de reação. Pank sempre frequentou Poço Redondo e, certamente, continuará frequentando — como sempre fez, com naturalidade e respeito.
Em conversa recente, o vice-prefeito Pank Pancadão afirmou estranhar a preocupação exagerada de alguns setores políticos com o fato de seu nome ser cogitado para uma possível candidatura a prefeito de Poço Redondo. Segundo ele, “essas manifestações não partem de mim, mas do próprio povo”.
De fato, várias pessoas da comunidade, como Evaldo do Juazeiro e outras lideranças locais, têm expressado publicamente o desejo de ver Pank como candidato em 2028. São manifestações espontâneas, que refletem o reconhecimento ao seu trabalho, carisma e presença constante entre o povo.
Quanto à política de 2028, é bom lembrar: ainda é cedo demais para tanta aflição. Alguns parecem ansiosos e nervosos antes do tempo. É preciso calma, equilíbrio e, acima de tudo, respeito às relações pessoais e à liberdade individual.
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