O Ambulatório de Seguimento do Recém-nascido de Alto Risco, da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes, realizou 11.101 atendimentos nos primeiros oito meses de 2026. O volume representa 988 atendimentos a mais que no mesmo período de 2025.
O Ambulatório de Seguimento do Recém-nascido de Alto Risco Maria Creuza de Brito Figueiredo, antigo Follow-up, realizou 11.101 atendimentos nos primeiros oito meses deste ano. O número é 988 maior do que o registrado no mesmo período de 2025, quando foram contabilizados 10.113 atendimentos.
O serviço integra a terceira etapa do Método Canguru da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), unidade da Secretaria de Estado da Saúde (SES) especializada em partos de alto risco. O ambulatório conta com equipe multiprofissional formada por especialistas em Pediatria, Genética, Oftalmologia, Neuropediatria, Gastropediatria, Cardiopediatria, Ultrassonografia, Fisioterapia, Assistência social e Enfermagem, entre outras áreas.
Segundo a gerente do Ambulatório, Glória Barros, o aumento dos atendimentos está relacionado à ampliação do quadro de profissionais e, consequentemente, da oferta de serviços. “Esse aumento no número de atendimentos é devido ao acréscimo de profissionais que chegaram e com isso aumentou a oferta e a demanda também. Chegaram mais dois pediatras, um fisioterapeuta, um cirurgião e três cardiologistas para atender as gestantes de alto risco. A nefrologista atende uma vez a cada semana e o hematologista a cada 15 dias. É um grande ganho para o sistema público estadual na área materno-infantil”, comentou.
Recentemente, o ambulatório também passou a contar com os serviços de Nefrologia e Hematologia. As crianças nascidas prematuras na MNSL geralmente percorrem as três etapas do Método Canguru: a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (Utin), a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatal Canguru (Ucinca), conhecida como Ala Verde, e o Ambulatório de Seguimento.
O bebê Kaio Tadeu, de oito meses, filho de Flávia Bispo Muniz, nasceu prematuro de 30 semanas e passou pelas três etapas. Flávia teve pré-eclâmpsia durante a gestação em razão da hipertensão e precisou realizar um parto de urgência. Kaio permaneceu 16 dias na Utin e, depois, foi encaminhado com a mãe para a Ala Verde.
“Nós passamos 38 dias internados na maternidade e fomos encaminhados para a continuidade do tratamento aqui no Ambulatório. Ele tem atendimentos com a pediatra e faz fisioterapia. Acho muito bom o serviço prestado, todos os funcionários são muito atenciosos conosco. Gosto muito do atendimento daqui”, enfatizou Flávia.
Fotos: Ascom SES


Fonte: Governo de Sergipe – Saúde
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