A Fundat participa da exposição “Manual para não desaparecer”, no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto. A mostra reúne produções de artesãs de Aracaju e incentiva geração de renda e preservação cultural.
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), participa desde a última quinta-feira, 20, da exposição “Manual para não desaparecer: um manifesto pela permanência do sensível”, no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antônio Barreto. A iniciativa destaca a produção de artesãs da capital e reforça a importância da economia criativa e solidária para a valorização cultural, a autonomia e a geração de oportunidades.
A mostra é resultado do projeto Casa Tsuru: Arte como Ferramenta de Futuro, desenvolvido em três territórios de Aracaju: o Centro de Excelência Vitória de Santa Maria, no bairro Santa Maria; o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Benjamin Alves de Carvalho, na Coroa do Meio; e o Centro de Artesanato Chica Chaves, no Bairro Industrial.
Durante visita realizada nesta quarta-feira, 26, a presidente da Fundat, Melissa Rollemberg, conheceu as obras e conversou com as participantes. Segundo ela, a exposição evidencia a criatividade da população aracajuana e ajuda a preservar o legado cultural da cidade.
“Em cada espaço que visitamos, compreendemos um pouco mais sobre a riqueza da nossa cultura e do nosso povo. São pessoas extremamente criativas, que transformam conhecimentos, histórias e experiências em arte. Esta exposição valoriza o nosso legado, a nossa identidade e a vida das pessoas”, destacou Melissa.
A participação da Fundat integra ações da Fundação nas áreas de qualificação profissional, empreendedorismo e comercialização de produtos. O objetivo é contribuir para que habilidades artísticas sejam transformadas em oportunidades de trabalho e geração de renda.
Entre os trabalhos expostos estão bonecas abayomi e peças que combinam técnicas e materiais, como crochê e couro. A diversidade das produções demonstra como o artesanato pode preservar saberes, estimular a criatividade e abrir caminhos para o desenvolvimento econômico e social das participantes.
A artesã Juracy Anastácia do Nascimento, integrante do Centro de Artesanato Chica Chaves, afirmou que o apoio da Fundat amplia o alcance do trabalho realizado pelas mulheres e fortalece a relação entre arte, comunidade e economia criativa.
“Trazer esses produtos para o museu é muito importante para a nossa cultura. O apoio da Fundat tem sido fundamental para nós. Isso faz diferença na vida de quem trabalha com arte. Ganham as artesãs, ganha a comunidade e ganha toda a cidade”, afirmou.
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