A Prefeitura de Aracaju realizou, nesta quinta-feira, 20, um encontro de acolhimento, lazer e integração para servidoras da Emsurb. A ação integrou a campanha Agosto Lilás, de enfrentamento à violência contra a mulher.
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), promoveu nesta quinta-feira, 20, um momento de acolhimento, lazer e integração entre servidoras em alusão ao Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra a mulher.
A iniciativa foi realizada pelo órgão responsável pela criação da primeira Coordenadoria da Mulher, com apoio da Escola de Governo e Administração de Aracaju (Esgap) e da Secretaria de Gestão de Pessoas (Segesp). O encontro ocorreu na área verde do Parque da Sementeira e teve como tema “Quebre o silêncio, não a si mesma”.
A programação reuniu servidoras em atividades voltadas à conscientização, ao fortalecimento e à valorização das mulheres. A proposta trabalhou três pilares: consciência para reconhecer, dignidade para se posicionar e coragem para romper. A ação integra as iniciativas do Agosto Lilás, instituído nacionalmente pela Lei Federal nº 14.448/2022 como mês de proteção à mulher e de conscientização para o fim da violência contra a mulher.
Segundo a coordenadora do Núcleo, Tâmara Noronha, o tema foi escolhido para estimular a reflexão e fortalecer as servidoras, para que possam reconhecer situações de violência, compreender seus direitos e encontrar caminhos para romper ciclos de silêncio e violência. Ela destacou ainda a importância de levar informação e apresentar a rede de apoio disponível no município.
“A intenção dessa ação hoje é realmente levar informação. É demonstrar apoio, é mostrar que elas têm uma rede de apoio no município, onde podem procurar ajuda, e que elas saibam que têm voz, que são ouvidas e que serão atendidas com muito cuidado, carinho e respeito”, explicou a coordenadora.
Durante uma roda de conversa, a psicanalista Amélia Marinho abordou questões relacionadas à identidade feminina e à autonomia, destacando a necessidade do autoconhecimento e da valorização da mulher. O debate também tratou de situações que podem ajudar mulheres a identificar diferentes formas de violência nas relações, além da importância de atenção aos próprios sentimentos e comportamentos.
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