Estudantes da Emei Manoel Eugênio Nascimento participaram, na terça-feira, 11, de um Piquenique Literário promovido pela Sema. A atividade reuniu contação de histórias, músicas e debates ambientais.
A Prefeitura de Aracaju, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), promoveu nesta terça-feira, 11, um Piquenique Literário para estudantes da Escola Municipal de Ensino Infantil (Emei) Manoel Eugênio Nascimento. A ação proporcionou aos alunos uma tarde lúdica, com contação de histórias e debates sobre questões ambientais.
A iniciativa integra um dos princípios do Plano Municipal pela Primeira Infância, que busca assegurar às crianças o acesso ao conhecimento pleno e a garantia de seus direitos, criando condições para uma cidade mais inclusiva e preparada para o futuro. A atividade reuniu crianças de 4 a 5 anos em uma contação de histórias com canções e dinâmicas interativas, com o objetivo de valorizar a identidade cultural e ambiental de Aracaju.
Durante a programação, os estudantes conheceram a história da formação de Aracaju e personagens importantes para a cidade, como marisqueiras e pescadores. Por meio de canções, os alunos aprenderam sobre o ecossistema local, com destaque para o manguezal, além de entenderem a importância dos elementos que formam o nome Aracaju, resultado da junção entre “arara” e “caju”.
Integrante da equipe de Educação Ambiental da Sema, Luciano Santos afirmou que a esquete teatral é planejada de forma lúdica para aproximar as crianças das temáticas trabalhadas. “O piquenique literário é uma forma lúdica de trabalharmos sobre as questões ambientais e a importância da conservação ambiental. Tudo isso é realizado a partir da contação de histórias com nossa equipe de teatro, que traz encenações, músicas e muitas dinâmicas para essas crianças. A história de hoje buscou apresentar a nossa cidade e como Aracaju e a natureza estão intimamente ligadas”, explicou.
Para a diretora da escola, Ivana Prado, a iniciativa contribui para aprofundar os conhecimentos desenvolvidos em sala de aula. “Tudo isso que eles estão vendo durante a apresentação, as professoras procuram passar no dia a dia, mas, quando vem alguma pessoa de fora com um trabalho interessante, isso acaba chamando muito mais atenção. É importante porque as crianças começam a entender, desde cedo e de uma forma mais prática, que, por exemplo, jogar lixo pode afetar os rios, os cursos d’água e causar poluição”, comentou.
A professora Edivânia Souza também elogiou a iniciativa.
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