Na noite de domingo, 31 de maio de 2026, Lisboa se tornou um ponto de encontro para figuras proeminentes do Judiciário e do Legislativo brasileiro. O Restaurante Sacramento do Chiado foi o cenário de um jantar que reuniu importantes nomes da política em um ambiente reservado, longe das discussões formais e das transmissões ao vivo.
O evento, que foi descrito como uma ‘pré-Gilmarpalooza’, antecedeu o Fórum Jurídico de Lisboa, organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa, sob a liderança do decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. Este tipo de reunião é comum antes de eventos acadêmicos, onde conversas informais podem fluir livremente entre as autoridades.
Entre os destaques da noite estavam o ministro Alexandre de Moraes e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba. Os dois protagonistas do jantar mantiveram uma conversa ativa durante grande parte do evento, o que chamou a atenção dos presentes. A reunião ocorre em um momento em que o Brasil se prepara para uma nova rodada de debates entre o Congresso e o STF sobre questões políticas delicadas.
O ministro Moraes estava acompanhado de sua esposa, Viviane Barci, que demonstrou atenção constante aos convidados que chegavam e saíam do local. Também estiveram presentes o ex-ministro do STF, Ricardo Lewandowski, o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e o vice-presidente do STJ, Luis Felipe Salomão.
Vale lembrar que Moraes e Viviane não comentam publicamente um contrato de R$ 129 milhões entre o antigo Banco Master, do empresário Daniel Vorcaro, e o escritório de advocacia da esposa do ministro, o que tem gerado especulações e interesse da mídia nos últimos meses.

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