O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se encontrou na última quarta-feira, 27 de maio, com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o vice-presidente J. D. Vance. O encontro ocorreu em um momento estratégico, já que Flávio estava acompanhado de seu irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).
Durante a reunião, Flávio relatou a jornalistas que a discussão com Rubio girou em torno da classificação de organizações como o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas. Segundo o senador, essa proposta foi bem recebida pelo secretário de Estado, que demonstrou um apoio mais enfático que o presidente Donald Trump sobre o tema.
“Os grupos ainda não foram classificados dessa maneira por pedido do governo Lula (PT), e Rubio entendeu a importância dessa classificação”, afirmou Flávio.
Além disso, o encontro com J. D. Vance teve como foco a liberdade de expressão no Brasil. Flávio apresentou novas regulamentações que foram recentemente aprovadas pelo governo, destacando a relevância do tema em um contexto de discussões políticas acaloradas.
Esse encontro acontece logo após Flávio ter se reunido com o presidente americano, Donald Trump. A visita aos Estados Unidos ocorre em um momento delicado para o senador, que enfrenta uma queda nas pesquisas de intenção de voto em relação a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Essa situação se agravou após a divulgação, pelo site The Intercept Brasil, de conversas entre Flávio e o banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
O vazamento dessas informações expôs uma cobrança de dinheiro para a produção do filme ‘Dark Horse’, que retrata a vida de Jair Bolsonaro e foi filmado nos Estados Unidos. Flávio confirmou que o orçamento da produção é de R$ 134 milhões, um valor que supera o de grandes filmes de Hollywood, incluindo os vencedores recentes do Oscar.
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