O Centro Universitário Estácio de Sergipe promove, na segunda-feira, 4 de maio de 2026, o I Seminário Interdisciplinar de Gênero, Cidadania e Democracia. Com o lema “Nenhuma a menos: enfrentamentos para o combate à misoginia”, o encontro é aberto ao público, gratuito e oferece certificação aos participantes.
Programação
As atividades ocupam o Auditório da Estácio e a Sala da Sergipanidade ao longo de todo o dia, divididas em três momentos:
08h — Painel “Perspectivas Jurídicas e Estruturais”
Mediação: Fernanda Mattos. Entre os temas, ofensivas antigênero no Congresso Nacional, estruturas da violência e violência vicária no Direito de Família. Participam Daniela de Andrade Souza, Agatha Cristie Silva e Cindy Yasmin Sandes.
17h — Roda de conversa “Repensar o Masculinismo: Diálogos para Desconstrução”
Local: Sala da Sergipanidade. Mediação: Israel Jairo, com foco no papel dos homens no enfrentamento à misoginia.
18h30 — Painel “Políticas, História e Subjetividades”
Mediação: Niully Campos e Roberta Arditti. Discussões sobre bem viver, determinismo biológico, subjetividade masculina e apresentação do Pacto Nacional Contra o Feminicídio. Participam Carine Mangueira, Maria Luiza Soares, Lidiane de Melo Drapala e Izadora Gama Brito.
Motivação acadêmica e social
O seminário nasceu de iniciativa conjunta de professores e colaboradores dos cursos de Direito, Psicologia, Nutrição e Fisioterapia. A professora Niully Campos ressalta que a universidade tem papel central na construção de espaços de diálogo qualificado sobre violência de gênero e lembra que a educação “é ferramenta potente para transformar estruturas de opressão”.
Serviço
Evento: I Seminário Interdisciplinar de Gênero, Cidadania e Democracia
Data: 4 de maio de 2026 (segunda-feira)
Local: Centro Universitário Estácio de Sergipe — Rua Teixeira de Freitas, 10, bairro Salgado Filho, Aracaju
Horário: 8h às 21h
Inscrições: gratuitas e abertas ao público, com certificação
A programação completa, detalhada e gratuita busca fomentar discussões multidisciplinares e envolver diferentes setores da comunidade acadêmica e da sociedade no combate à misoginia.
Com informações de Infonet
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