Levantamento também indica que 76,32% associam o presente ao quanto alguém é especial
São Paulo, de abril de 2026 – Às vésperas do Dia das Mães, levantamento da YouGov mostra que roupas, calçados e bolsas lideram entre os itens mais comprados para presentear. A pesquisa também indica que a maioria dos respondentes associa o ato de dar um presente a uma demonstração de afeto e à importância atribuída à pessoa presenteada.
Na pergunta sobre quais tipos de presentes costumam comprar, 66,51% dos entrevistados citaram roupas, calçados e bolsas. Em seguida aparecem alimentos e bebidas, como doces, chocolates e vinhos (41,60%), itens de saúde e beleza, como maquiagem e sabonetes (38,34%), brinquedos e jogos, incluindo videogames e jogos de computador (29,99%), livros (29,98%), presentes personalizados, como canecas e camisetas (28,60%), acessórios de cozinha (21,69%), eletrônicos, como tablet e e-reader (21,20%) e joias (21,12%).
Segundo David Eastman, diretor-geral da YouGov para Brasil e México, os dados sugerem que, mesmo em uma data de forte apelo comercial, o consumo permanece concentrado em categorias ligadas ao uso pessoal e ao cotidiano. “O resultado indica que, mesmo em uma data de forte apelo comercial, o consumo continua concentrado em categorias ligadas ao cotidiano, ao cuidado e à dimensão pessoal da relação entre quem presenteia e quem é presenteado”, afirma.
A pesquisa também investigou a percepção dos entrevistados sobre o significado do presente. Diante da afirmação de que “um presente é uma expressão de quão especial alguém é”, 42,89% disseram concordar plenamente e 33,43%, concordar quase totalmente. Outros 17,66% afirmaram não concordar nem discordar, enquanto 3,36% discordaram quase totalmente e 2,67% discordaram totalmente.
Somados, os que concordam em algum grau com essa afirmação representam 76,32% dos respondentes. Para Eastman, o dado ajuda a explicar a relevância de datas como o Dia das Mães para o varejo e para a comunicação das marcas. “Mais do que uma transação, a compra carrega uma mensagem”, diz.
Em outra pergunta, os entrevistados avaliaram a frase “Não importa quão caro um presente foi, o que conta é a ideia por trás dele”. Nesse caso, 29,11% concordaram plenamente e 28,38% concordaram quase totalmente. Já 26,30% disseram não concordar nem discordar, 8,89% discordaram quase totalmente e 7,34% discordaram totalmente.
Ao todo, 57,49% concordam em algum grau com a ideia de que o valor de um presente não está necessariamente relacionado ao preço, mas à intenção por trás da escolha. “O dado mostra que, para a maioria, o valor de um presente não está necessariamente atrelado ao preço, mas à intenção que sustenta a escolha”, afirma Eastman.
Às vésperas de uma das principais datas do calendário do varejo, o levantamento aponta que o presente segue associado tanto ao consumo quanto à demonstração de carinho, atenção e reconhecimento.
Siga o Sergipe News e receba as notícias de Sergipe em primeira mão.









