A Caixa Econômica Federal deposita nesta quinta-feira (26) a parcela de fevereiro do Bolsa Família para os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 9.
O valor mínimo do benefício é de R$ 600. Com os adicionais, a quantia média repassada às famílias chega a R$ 690,01. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o programa atenderá neste mês 18,84 milhões de famílias, demandando um investimento de R$ 13 bilhões.
Adicionais pagos em fevereiro
Além do valor básico, três complementos podem ser somados ao benefício:
- Benefício Variável Familiar Nutriz: seis parcelas de R$ 50 para mães de bebês de até seis meses;
- Extra de R$ 50 para gestantes e nutrizes (mães que amamentam);
- Acréscimo de R$ 50 por filho de 7 a 18 anos;
- Acréscimo de R$ 150 por criança de até 6 anos.
Calendário e consulta
Os pagamentos ocorrem nos últimos dez dias úteis de cada mês. Informações sobre datas, valores e composição das parcelas podem ser consultadas no aplicativo Caixa Tem, destinado às contas poupança digitais do banco.
Pagamentos unificados antecipados
Em 12 de fevereiro, beneficiários de 171 municípios em oito estados receberam o depósito antecipado, independentemente do final do NIS. A medida contemplou 122 cidades do Rio Grande do Norte e localidades na Bahia (14), Paraná (12), Sergipe (11), Roraima (6), Amazonas (3), Piauí (2) e Santa Catarina (1), afetadas por estiagens, chuvas intensas ou que abrigam povos indígenas em situação de vulnerabilidade.
Seguro Defeso e regra de proteção
Desde 2024, o desconto do Seguro Defeso deixou de ser aplicado ao Bolsa Família, conforme a Lei 14.601/2023, que reinstaurou o programa. O benefício é destinado a pescadores artesanais impedidos de trabalhar durante o período de reprodução dos peixes.
Cerca de 2,51 milhões de famílias estão cobertas pela regra de proteção em fevereiro. O dispositivo permite que quem melhorou a renda familiar mantenha 50 % do valor do Bolsa Família por até dois anos, desde que cada integrante receba no máximo meio salário mínimo. A partir de 2025, o período cairá para um ano para quem ingressar na regra de transição a partir de junho; famílias enquadradas até maio de 2025 continuam com o prazo de dois anos.
Com informações de Infonet
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