O Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose), administrado pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), contabilizou 28.325 doações de sangue em 2025, redução de 4,08% na comparação com o ano anterior. A queda acende um alerta logo no início de 2026: alguns tipos sanguíneos, entre eles A+, O+ e O-, já estão em nível crítico.
“O sangue não pode ser fabricado e depende da atitude dos doadores. Que, em 2026, possamos fortalecer ainda mais a corrente de solidariedade”, declarou a superintendente do Hemocentro, Fernanda Kelly Fraga.
Rede atendida
O Hemose é responsável pela captação, coleta, análises sorológicas, testes de compatibilidade, fracionamento e distribuição de hemocomponentes para 37 unidades de saúde do estado, entre elas o Hospital de Urgência de Sergipe Governador João Alves Filho (Huse), hospitais regionais e maternidades. Juntas, essas instituições realizam de 1.800 a 2.400 transfusões por mês.
Importância de cada doação
Cada bolsa coletada pode originar até quatro hemocomponentes, utilizados em cirurgias, procedimentos de urgência, tratamentos oncológicos e no suporte a pacientes internados.
Quem pode doar
• Estar em boas condições de saúde, sem sintomas de gripe ou resfriado;
• Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 precisam de autorização responsável);
• Pesar mais de 50 quilos;
• Comparecer ao Hemose alimentado e com documento oficial com foto.
Informações e agendamento: (79) 3225-8019 ou (79) 3225-8039.
Com informações de Infonet
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