A Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe (SES) reforçou o monitoramento da gripe K, subtipo do vírus influenza A (H3N2), após a confirmação de quatro casos no Brasil. Até o momento, não há registros da variante no território sergipano.
Monitoramento contínuo
O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/SE), administrado pela Fundação de Saúde Parreiras Horta (FSPH), mantém vigilância diária de amostras suspeitas de síndrome gripal e síndromes respiratórias graves. Segundo o superintendente do Lacen, Cliomar Alves, todas as amostras com alta carga viral de influenza ou Sars-CoV-2 passam por sequenciamento genético. “Até novembro, não identificamos circulação do subclado K em nosso estado”, informou.
Casos confirmados no país
O Ministério da Saúde notificou quatro infecções pela gripe K: uma no Pará e três em Mato Grosso do Sul. As autoridades investigam a origem de cada ocorrência.
O que é a gripe K
Trata-se de uma variação natural do influenza A, classificada oficialmente como subclado J.2.4.1. Alterações genéticas desse tipo são comuns e não configuram um novo vírus, mas podem influenciar seu comportamento na população.
Sintomas e prevenção
Os sintomas se assemelham aos da gripe sazonal: febre, tosse, dores no corpo, mal-estar e cansaço. Sinais de agravamento, como dificuldade para respirar, exigem procura imediata por atendimento médico.
A principal recomendação é manter a vacinação contra a gripe em dia. O imunizante está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Com informações de Infonet
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