O município de Poço Redondo vive um dos piores momentos de sua história administrativa. A gestão do prefeito Vado Gavião parece ter perdido completamente o rumo, enquanto o povo paga caro pelas decisões desastrosas.
Nos postos de saúde, a cena é sempre a mesma: falta de medicamentos, pacientes desamparados, mães e idosos saindo sem atendimento adequado. O caos virou rotina.
CONTRATOS MILIONÁRIOS ESCANCARAM PRIORIDADES ERRADAS
Enquanto Poço Redondo agoniza, documentos oficiais mostram que a prefeitura firmou dois contratos milionários, somando quase R$ 3 milhões:
Locação de veículos
Casa de autopeças
Milhões que poderiam — e deveriam — estar sendo usados para melhorar a saúde, comprar remédios e valorizar os servidores.
Corte nas gratificações dos heróis da saúde
Em um ato considerado cruel e impiedoso, Vado Gavião enviou à Câmara — e teve aprovado — um projeto cortando as gratificações dos Agentes Comunitários de Saúde e dos Agentes de Endemias.
Os únicos que entram nas casas, que acompanham de perto as famílias, que combatem doenças e cuidam da base da saúde pública.
Enquanto esses profissionais são desvalorizados, contratos milionários correm soltos.
A pergunta que domina as ruas de Poço Redondo:
Como pode faltar remédio na farmácia básica e sobrar milhões para contratos?
Como pode cortar dos que trabalham e permitir gastos tão altos em plena crise?
A verdade é dura:
Poço Redondo está pagando o preço de uma gestão que perdeu o foco, perdeu o rumo e, principalmente, perdeu o respeito com seu povo.
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