O Museu Histórico de Sergipe (MHS) preparou uma programação especial e gratuita para o período do Festival de Artes de São Cristóvão (Fasc). Entre 19 e 22 de novembro de 2025, oficinas, rodas de conversa e duas exposições temporárias estarão abertas ao público no prédio revitalizado que abriga a instituição, na rua Professor Leão Magno, Centro Histórico de São Cristóvão.
As inscrições para todas as atividades devem ser feitas no menu inicial do site da Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap). Estudantes e ex-alunos da Universidade Federal de Sergipe (UFS) podem atuar como monitores voluntários, mediante formulário disponível na mesma página, com direito a certificado de 15 horas.
Oficinas
Cada oficina terá três horas de duração e 15 vagas:
19/11, 9h às 12h – “Incorporar o realismo mágico: processos de criação em pintura contemporânea”, com Sara Cardoso.
20/11, 9h às 12h – “Marcas contemporâneas: a insistência do preto e do branco na poética visual”, ministrada por Luan Dias.
21/11, 9h às 12h – “Gravura em materiais alternativos tetrapak”, conduzida pelo coletivo C3.
22/11, 9h às 12h – “Monotipia”, com Fernando Marinho.
Rodas de conversa
Cinco debates sobre arte e cultura completam a agenda:
19/11, 13h30 às 15h – Arte, espaço e interação.
20/11, 13h30 às 15h – Impressões poéticas em gravura, com Luan Dias, Cibele Nogueira e Wendell Campos; mediação de Gladston Barroso.
22/11, 13h30 às 15h – Diálogos curatoriais, reunindo Davi Cavalcante, Davi do Sol e Sayonara Viana; mediação de Marjorie Garrido.
Exposições
No dia 20, a partir das 15h, o museu inaugura as mostras “Realocações visuais” e “Cumbucado: incorporando o imaginário da cumbuca”, ambas com vernissage aberta ao público.
Funcionamento durante o festival
Durante o Fasc, o Museu Histórico de Sergipe abrirá de terça a sábado, das 9h30 às 17h. A visitação é tarifada, e grupos podem agendar horário pelo e-mail rosangela.reis@funcap.se.gov.br.
Sobre o museu
Instalado em prédio colonial do século XVIII na Praça São Francisco, o MHS reúne 15 salas dedicadas a dois eixos curatoriais: História, focado em transformações temporais e espaciais, e Artes Visuais, que promove diálogo entre obras modernas e contemporâneas.
Com informações de Infonet
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