A Fundação Cultural Cidade de Aracaju (Funcaju) e o Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto inauguram, às 19h do próximo dia 13 de novembro, a mostra “Fragmentos Negros”, criada pelo Novembro Negro – Coletivo de Artistas Afro-Descendentes. A iniciativa integra a programação municipal dedicada ao Mês da Consciência Negra.
A exposição reúne obras que exploram memórias, ancestralidade e identidades afro-brasileiras e afro-sergipanas, propondo novos olhares sobre a produção artística negra em Sergipe.
Coletivo com duas décadas de atuação
Fundado há mais de 20 anos pelo artista e poeta Carlos Augusto Real, o Coletivo de Artistas Afro-Descendentes nasceu com o objetivo de inserir o ensino da história da África nas escolas públicas, em consonância com a Lei 10.639/2003. Desde então, o grupo realiza ações em diferentes linguagens artísticas, sobretudo em áreas periféricas, fortalecendo e dando visibilidade a artistas negros do estado.
O coordenador do coletivo, João Santos, destacou a parceria com o Centro Cultural. “A proposta é valorizar e dar visibilidade a artistas negros que muitas vezes não encontram espaço no cenário sergipano”, afirmou.
Programação paralela
A coordenadora do Centro Cultural, Salete Martins, ressaltou o caráter simbólico da mostra. Segundo ela, o público poderá acompanhar, durante todo o período expositivo, apresentações de diversos artistas em performances que dialogam com o tema da negritude.
Visitação gratuita
“Fragmentos Negros” ficará aberta até 20 de dezembro no Centro Cultural Palácio-Museu Luiz Antonio Barreto, localizado na Praça General Valadão, Centro de Aracaju. A entrada é gratuita.
Horário de funcionamento:
Segunda a sexta-feira: 8h às 17h
Sábados e domingos: 13h30 às 20h30
Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (79) 3214-5387 e 3214-5325 ou pelas redes sociais da Funcaju.
Com informações de Portal Infonet
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