Em texto opinativo publicado no Portal Infonet, o colunista Odilon Machado estabelece um paralelo entre a rotina de limpeza doméstica (“faxina”) e o que chama de “assepsia” periódica realizada pelas forças de segurança para conter a criminalidade.
Machado utiliza exemplos cotidianos, como arrumar a cama e lavar pratos, para defender a ideia de que a organização física deveria inspirar uma “limpeza” social. Segundo o autor, a ação policial que resulta em mortes de suspeitos seria uma medida extrema, porém necessária, diante do que classifica como “desordem crescente”.
No artigo, o colunista recorre a conceitos da termodinâmica, citando a entropia como metáfora para o aumento da criminalidade e da desorganização. Ele também menciona o filósofo Thomas Hobbes, lembrando a frase “o homem é o lobo do homem” para justificar a existência do Estado na contenção da violência.
Machado afirma que não lamenta a morte de criminosos durante operações e elogia os agentes que, segundo ele, “arriscam a própria existência” para realizar a “faxina”. O autor critica ainda o que considera “excessiva permissividade” de setores da sociedade e questiona a suposta romantização de bandidos.
Ao longo do texto, o colunista faz referências históricas — como à Cruzada das Crianças (1212) — e contemporâneas, citando o episódio de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, para reforçar sua posição sobre tolerância ao crime.
O conteúdo é apresentado como opinião pessoal de Odilon Machado e não reflete, segundo o próprio Portal Infonet, o posicionamento editorial do veículo.
Com informações de Portal Infonet
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