Incontinência Urinária na mulher

O aumento da expectativa de vida da população brasileira tem crescido consideravelmente, e a incidência e prevalência das doenças crônico- degenerativas, entre elas, a incontinência urinária merece atenção.

Estima-se que um terço das mulheres brasileiras sofrem dessa patologia após os 50 anos, e muitas ainda acham que a culpa é apenas do envelhecimento, não procurando tratamento adequado.

A incontinência urinária é definida como qualquer perda involuntária de urina e pode acontecer tanto no esforço, quanto associada ao forte desejo de urinar.

Entre os principais fatores de risco, o envelhecimento e preferencialmente a menopausa, a idade, a hereditariedade, a gravidez, o parto vaginal, o número de partos, a obesidade, a constipação intestinal merecem destaque.

Além do comprometimento físico e das limitações trazidas por ele, o isolamento social e as alterações psicossociais interferem consideravelmente na qualidade de vida dessas mulheres.

Existe tratamento e ele deve ser procurado tão logo o sintoma seja percebido. Dependendo do tipo de incontinência urinária e da gravidade do sintoma inúmeras opções podem ser oferecidas que variam do tratamento medicamentoso, fisioterápico até o cirúrgico.

A resposta aos tratamentos depende da adesão da paciente, do diagnóstico correto e do conhecimento específico do médico sobre essa patologia.

Um profissional especializado estará apto a oferecer o melhor tratamento para cada caso aumentando a taxa de sucesso, que gira de 86% a 99% nos casos cirúrgicos, por exemplo.

 

LUÍSA AGUIAR DA SILVA

Diretora Técnica da Clínica Urogine                                       

CRM 15992

Ginecologia Obstetrícia Uroginecologia

E mail: luisa@urogine.com.br

 

 

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